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Vírus que assume controle do WhatsApp rouba senhas e tira print da tela; entenda

Software malicioso é enviado para as vítimas como um arquivo compactado.

Publicada em 17/10/25 às 11:39h - 33 visualizações

por DN


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 (Foto: Shutterstock/Gabriel Preda RO)
Só neste mês de outubro, mais de 62 mil tentativas de infecção pelo vírus maverick foram bloqueadas no Brasil. O software malicioso  tem utilizado uma tela falsa no WhatsApp Web para roubar dados de clientes  de 26 bancos do País e se espalhar para outros contatos da vítima.

Segundo a empresa Karpersky, responsável pelos bloqueios,  o golpe começa quando o usuário recebe um arquivo compactado (.zip)  pelo WhatsApp contendo um arquivo de atalho (.LNK) malicioso. As investigações indicam que o “novo trojan” compartilha códigos e técnicas com o Coyote — trojan brasileiro identificado em 2024.

“Essas semelhanças sugerem que o maverick pode ser uma evolução ou um projeto paralelo dos mesmos desenvolvedores do Coyote”, analisa Karpersky.

Conforme a empresa, ao abrir o arquivo, a ameaça verifica se a vítima está no Brasil — com análise de fuso horário, idioma e formato de dados e hora do computador — e só dá continuidade ao trabalho se detectar que as configurações são brasileiras. Ele também não funciona em celulares: mira computadores.  

Uma vez confirmado a nacionalidade, o malware inicia uma  cadeia de tecnologia complexa que ocorre totalmente na memória do computador , dificultando sua detecção. 

"O que mais chama a atenção no maverick é sua sofisticação e sua ligação com as características anteriores. Ele compartilha partes importantes do código com o Coyote, um trojan que foi descoberto em 2024, o que sugere que os infratores estão evoluindo e reescrevendo seus componentes para enfrentar os mais perigosos. Além disso, a capacidade de se mover automaticamente pelo WhatsApp o torna um worm com potencial de crescimento exponencial, elevando o impacto do golpe. É uma das cadeias de diagnóstico mais complexas que já vimos para um trojan bancário", comenta Anderson Leite, analista de segurança da Karpersky.

Como é o vírus?

Depois que conseguiu infectar o computador da vítima, o vírus tentou acessar um dos 26 bancos brasileiros ou as seis corretoras de criptomoedas monitoradas por ele — não foram ditas pela pesquisa quais são as instituições financeiras.

De acordo com especialistas, a ameaça é capaz de controlar totalmente o dispositivo, além de tirar capturas de tela, monitorar o acesso a sites, registrar o que é digitalizado e até mesmo utilizar a conta do WhatsApp da vítima para se espalhar para contatos dela, automatizando o envio de mensagens fraudulentas.





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