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O que é a doença que vitimou a cantora Preta Gil aos 50 anos

Cantora enfrentou dois anos de luta contra câncer colorretal, alertando para importância do diagnóstico precoce.

Publicada em 22/07/25 às 09:19h - 56 visualizações

por RÁDIO LIBERAL


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 (Foto: Reprodução)

A morte da cantora Preta Gil, aos 50 anos, neste domingo (20), trouxe novamente à tona a discussão sobre o câncer colorretal, doença que a acometeu desde janeiro de 2023. A filha de Gilberto Gil enfrentou uma batalha de dois anos contra o adenocarcinoma intestinal, tipo de tumor maligno que representa o segundo câncer mais frequente no aparelho digestivo brasileiro, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA).

O diagnóstico de Preta Gil veio após ela ser internada com desconfortos na região intestinal no início de 2023. O adenocarcinoma é um tipo de câncer que se desenvolve principalmente a partir de pólipos, lesões benignas que crescem na parede interna do intestino grosso e podem evoluir para tumores malignos. Este tipo de câncer é tratável e, na maioria dos casos, curável quando detectado precocemente, mas pode se tornar agressivo em estágios avançados.

Após o diagnóstico, a cantora passou por tratamentos convencionais que incluíram quimioterapia, radioterapia e uma cirurgia complexa em agosto de 2023 no Hospital Sírio-Libanês. Durante o procedimento, além da remoção do tumor intestinal, também foi retirado o útero. A artista chegou a entrar em remissão, estado em que o corpo ficou livre de células cancerígenas, e precisou usar uma bolsa de ileostomia temporária por três meses.

No entanto, em agosto de 2024, exames de acompanhamento revelaram a recidiva da doença em quatro locais diferentes: dois tumores nos linfonodos, um nódulo no ureter e metástase no peritônio. Esta situação caracterizou um quadro de câncer refratário, que persiste mesmo após tratamentos convencionais. Uma nova cirurgia foi realizada em dezembro de 2024, durando 21 horas e incluindo amputação de reto e colostomia definitiva.

Diante da agressividade do quadro, Preta Gil buscou tratamento experimental nos Estados Unidos, alternativa reservada para pacientes que esgotaram as opções convencionais. A cantora residia em Nova York e viajava periodicamente a Washington para receber a terapia inovadora. Em junho de 2025, o tratamento foi prorrogado por mais 60 dias, mas a artista não resistiu às complicações da doença.

Os sintomas do câncer colorretal incluem alterações nos hábitos intestinais, presença de sangue nas fezes, dor abdominal persistente, sensação de evacuação incompleta, fadiga, fraqueza e perda de peso inexplicada. O problema é que a doença pode se desenvolver silenciosamente por um tempo, sem apresentar sintomas iniciais, tornando o rastreamento preventivo fundamental.

Especialistas alertam para a importância da colonoscopia a partir dos 45 anos em pessoas sem sintomas, ou aos 35 anos para quem tem histórico familiar de câncer. O exame pode prevenir a doença ao identificar e remover pólipos antes que se tornem malignos. O caso de Preta Gil reforça a necessidade de conscientização sobre o aumento de casos de câncer colorretal em adultos com menos de 50 anos, evidenciando que a busca por ajuda médica diante de sintomas persistentes pode ser determinante para o sucesso do tratamento e preservação da vida.




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